Resposta direta: Um bom fornecedor de GEO mostra a resposta da IA antes de vender qualquer coisa. Ele mede as perguntas que o seu cliente faz e diz com clareza o que não promete. Leve oito perguntas para a reunião e compare as respostas lado a lado. Você evita pagar por relatório bonito e escolhe quem consegue provar mudança.
Por que escolher um fornecedor de GEO é diferente de escolher um de SEO?
No SEO, você abre o Google e vê a sua posição. Todo mundo enxerga o mesmo resultado, com pequenas variações.
No GEO, a resposta da IA muda a cada conversa. O mesmo pedido, feito duas vezes, pode citar empresas diferentes. Por isso o resultado não aparece num print único, e qualquer fornecedor consegue mostrar um print favorável.
A consequência é prática: você não escolhe pelo slide, escolhe pelo método. As perguntas abaixo servem para qualquer fornecedor, inclusive para a AN1. Ainda decidindo entre contratar fora ou fazer em casa? Comece pelo post sobre fornecedor de GEO ou time interno. Se a dúvida é o valor, o post sobre quanto custa GEO mostra o que entra no preço.
Onde a escolha do fornecedor entra no GEO e no AEO?
GEO é o trabalho para a sua empresa ser citada quando alguém pergunta a uma IA, como o ChatGPT. AEO é o trabalho para o seu conteúdo virar a resposta pronta, como a caixa do Google. Quem você contrata decide se as duas frentes andam com o mesmo método de medição. Se as siglas ainda confundem, veja a diferença entre SEO, AEO e GEO.
Quais perguntas fazer a um fornecedor de GEO antes de assinar?
São oito. Faça todas, na mesma ordem, a cada fornecedor. Anote a resposta como foi dita, sem interpretar na hora.
1. Vocês medem a minha empresa antes de começar?
Sem medição inicial, ninguém consegue mostrar mudança depois. Peça a resposta crua da IA, com a data e o sistema usado. Um placar sem o texto original não deixa você conferir nada. O post sobre como saber se a IA cita a sua marca mostra como esse teste funciona.
2. Quais perguntas vocês vão medir, e quem escolhe?
A pergunta certa é a que o seu cliente faria na hora de comprar. Não é a palavra-chave do seu site. Desconfie de lista pronta, igual para todo cliente. Bom sinal é o fornecedor pedir ajuda do seu time comercial para montar as perguntas de teste.
3. Quantas vezes cada pergunta é repetida?
Como a resposta varia, uma rodada só não diz nada. Pergunte quantas repetições entram em cada medição e se cada uma começa numa conversa nova. A resposta séria vem em fração, como “apareceu em 3 de 7”. Nota de 0 a 100 não serve.
4. O que vocês fazem fora do meu site?
A IA aprende sobre a sua empresa com o que os outros escrevem: listas, imprensa, fóruns, perfis. Um plano só de conteúdo no seu blog deixa metade do caminho de fora. Peça para ver as fontes que a IA usa hoje na sua categoria. A coluna de fontes é por onde essa conversa começa.
5. O que vocês não prometem?
Ninguém controla a resposta de uma IA. Quem garante primeira posição no ChatGPT está vendendo algo que não tem. A resposta honesta separa duas coisas. O que o fornecedor faz: conteúdo, fontes, medição. E o que depende da IA: a escolha final.
6. Quem escreve, quem revisa e quem aprova?
Conteúdo feito por IA sem revisão de quem entende do seu produto costuma sair genérico. E texto genérico não vira fonte. Pergunte quanto do trabalho exige gente do seu time, e por quantas horas por mês. Isso evita surpresa na segunda semana.
7. Se eu sair, o que fica comigo?
Conteúdo publicado, planilha de medição, lista de perguntas, acessos e histórico de respostas. Tudo isso deveria ser seu. Fornecedor que guarda a medição para si torna a troca cara, e você recomeça do zero.
8. Em quanto tempo, e com que sinal, vamos saber se funcionou?
Peça um prazo e um critério escritos antes de assinar. GEO não muda em uma semana, como mostra o post sobre quanto tempo leva o GEO. Mas também não pode ficar sem data para sempre. Pergunte ainda como o resultado chega à sua diretoria. O modelo de relatório para a diretoria ajuda a comparar.
Pergunta por pergunta: a resposta que sustenta e a que acende alerta
| Pergunta | Resposta que sustenta | Resposta que acende alerta |
|---|---|---|
| 1. Medem antes? | Sim, com a resposta crua, data e sistema | “Começamos produzindo e medimos depois” |
| 2. Quais perguntas? | As de compra, montadas com o seu comercial | Lista pronta de palavras-chave |
| 3. Quantas repetições? | Várias, em conversas novas, em fração | Nota de 0 a 100 sem método |
| 4. Fora do site? | Plano para as fontes que a IA já usa | Só posts no seu blog |
| 5. O que não prometem? | Separa o que faz do que depende da IA | Garante posição no ChatGPT |
| 6. Quem revisa? | Gente que entende do seu produto, com horas combinadas | “A IA escreve tudo, vocês não precisam ver” |
| 7. O que fica comigo? | Conteúdo, medição e histórico | A medição fica na ferramenta deles |
| 8. Prazo e sinal? | Prazo e critério escritos no contrato | “Depende” sem data nenhuma |
Fonte: Metodologia AN1
Fornecedor bom não pede que você acredite. Ele mostra a resposta da IA e o dia em que perguntou.
O que esta lista não resolve?
Nenhuma resposta boa garante resultado. Ela mostra que o fornecedor tem método, não que a IA vai citar a sua empresa.
O mercado também é novo. Poucos fornecedores têm mais de um ou dois anos de histórico em GEO, e isso vale para todos. Pedir cinco anos de cases seria injusto. Pedir método aberto e medição conferível, não.
Por fim, a lista não substitui o seu julgamento sobre a conversa. Se o fornecedor fez perguntas sobre o seu cliente antes de falar de si, isso conta.
Por onde começar esta semana?
Faça a sua própria medição antes da reunião
Escolha três perguntas de compra e faça cada uma em conversas novas no ChatGPT. Anote quem aparece. Assim você chega sabendo o ponto de partida, sem orçamento novo.
Copie as oito perguntas numa folha só
Uma coluna por fornecedor. Faça as perguntas na mesma ordem em todas as reuniões e anote a resposta como foi dita.
Marque cada resposta com a tabela acima
Sustenta, alerta ou ficou vago. Resposta vaga vira pergunta por escrito antes da proposta final.
Peça que a medição inicial entre no contrato
Com as perguntas, o número de repetições e a data. É a régua que você vai usar para cobrar o resultado.
O que mais perguntam sobre escolher um fornecedor de GEO?
O meu fornecedor de SEO pode fazer GEO?
Pode, se responder bem às oito perguntas. A base técnica é parecida. A diferença está na medição repetida e no trabalho fora do site, que muitos planos de SEO não cobrem.
Devo pedir case antes de contratar?
Peça, mas olhe o método do case, não só o número. Um case sem data, sem pergunta medida e sem resposta original não dá para conferir.
E se dois fornecedores responderem bem?
Desempate pela pergunta 7, o que fica com você. Depois, por quem entendeu melhor o seu cliente na reunião.
Qual é o próximo passo antes de marcar as reuniões?
Chegue com a sua medição feita e com as oito perguntas na mão. Você economiza semanas de proposta genérica e compara fornecedores pelo que eles conseguem provar. Se quiser ver como a AN1 responde a cada uma delas, o Modo Referência mostra o método por inteiro.
Modo Referência
Não acredite, confira.
Rodamos a pergunta que o seu cliente faria ao ChatGPT, sete vezes, e enviamos as respostas cruas com data e modelo. Vai junto o link para você conferir no seu próprio ChatGPT.
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