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Storytelling no Marketing: conectando marca e público

Comunicar é criar conexões. E nada melhor que contar boas histórias, que sejam capazes de criar laços entre sua empresa e o seu público. O storytelling é a técnica que permite a você fazer exatamente isso.

Em outras palavras, o Storytelling é a arte de contar histórias por meio de elementos que têm suas origens na literatura ficcional. A estrutura de um storytelling inclui personagens, ambientes, conflitos e uma mensagem que seja marcante para a audiência.

Um bom storytelling traz informações mas, ao mesmo tempo, é capaz de envolver emocionalmente o público, criando conexões mais profundas entre empresas e consumidores. 

Isso tudo vai humanizando a relação entre pessoas e marcas, pois quando um storytelling é bem feito os valores de uma marca ressoam em seu público-alvo. O fundamental é criar personagens e cenários envolventes.

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Elementos do storytelling

Como mencionamos anteriormente, o storytelling é composto por alguns elementos estruturais essenciais: personagens, conflito, ambiente, clímax e resolução. Se esta estrutura lhe pareceu familiar é porque no cinema ou nos livros de ficção é exatamente assim que funciona.

Vamos conhecer, uma a uma, as especificidades dos elementos que compõem um storytelling:

Personagens 

Este é o elemento mais essencial do storytelling. Pois é o personagem que percorre toda a jornada de transformação na narrativa. Mas lembre-se o personagem não precisa ser, necessariamente, um ser humano. Ele pode ser uma mascote, por exemplo, como no caso do peru da Sadia.

Conflito

A rigor, o conflito nada mais é que o desafio que se impõe ao personagem no seu storytelling. Este desafio é algo que se interpõe entre o personagem e a conquista do que ele deseja.

Ao mesmo tempo, o conflito é o que motiva o personagem a percorrer sua jornada. Portanto, você precisa criar conflitos que sejam capazes de captar emocionalmente as pessoas. Isso fará com que seu público desperte um interesse mais genuíno.

Outro aspecto importante é considerar que os conflitos devem ser construídos de modo que não seja simples ultrapassá-los. Não se deve, também, romantizar uma história ao ponto de não gerar identificação, por mais emocionante que pareça.

Encontrar este meio termo não é simples, mas muito eficaz em termos de impacto no público.

Ambiente

O ambiente é o espaço, o cenário, em que a história acontece. Ele precisa ser condizente com o personagem e o conflito. Construir bons ambientes podem render rememorações e reminiscências que conectem o público à marca.

Imagine uma história que se passa numa cidade bucólica e tranquila em décadas passadas. Ela pode servir para contar a origem de uma empresa. Isso naturalmente vai criar uma conexão com pessoas que vieram do interior do Brasil para as regiões mais urbanizadas. 

Já uma história que se passa na agitada e cosmopolita São Paulo, por exemplo, traz um ar de contemporaneidade, também capaz de criar conexões, mas com outro grupo.

Pense em um personagem que é um item de limpeza, como a mascote da esponja de aço Assolan. Os storytellings da TV se passavam em um ambiente de cozinha, como pia e fogão. O importante é manter a coerência lógica dentro de sua narrativa.

Clímax

Esta parte do storytelling é muito importante, pois é quando a narrativa alcança seu ápice, a tensão máxima. É, precisamente, quando o conflito alcança seu ponto de não retorno, é a hora do “vai ou racha”, em que se definem os rumos da história.

O clímax serve, essencialmente, para despertar a curiosidade do público, fisgá-lo definitivamente à narrativa para criar uma identificação mais sólida entre os consumidores e a marca.

Desfecho ou resolução

Como o nome sugere, o desfecho ou resolução é o momento no storytelling em que o conflito é resolvido. Mas isso não significa, obrigatoriamente, que o desafio foi “vencido” pelo personagem mas, sim, que houve uma transformação nele.

Essa transformação, tão mais interessante, mostrará o quanto ela irá despertar reflexões na audiência. É importante que o público, ao chegar nesta etapa, tenha entendido todo o enredo de sua narrativa.

Bons storytellings encerram com questionamentos capazes de nos inspirar e fazer-nos refletir, criando um elo entre o público e a marca. Por outro lado, finais medíocres costumam oferecer uma resposta moralizante ao conflito, o que não enseja conexões.

Identidade e reputação da marca

A forma como a empresa é reconhecida no mercado vai demarcar 2 aspectos importantes: identidade e reputação.

Enquanto a identidade tem mais a ver com a “cara” de uma empresa – seus traços visuais, tom de voz e apresentação –, a reputação tem mais a ver com seus valores.

Todas essas coisas impactam na relação com os consumidores e são essenciais para influenciar a decisão de compra dos potenciais clientes.

5 tópicos importantes para a reputação das marcas

  • Construção contínua: o processo de construção de reputação da marca não é algo que acontece do dia para a noite. É uma atividade demorada, pois são necessárias várias etapas (inclusive pesquisa de mercado e análise da matriz SWOT), quem você precisa fazer de maneira constante. Os retornos, porém, são muito positivos, pois marcam diferenciais competitivos.
  • Posicionamento de mercado: saber como a empresa quer ser vista no mercado é, precisamente, o que chamamos de posicionamento. Isso tem a ver com os valores reais que a empresa pretende transmitir para seus consumidores, mas também em relação e comparação com seus concorrentes.
  • Divulgação orgânica da empresa: uma empresa com boa reputação é conhecida publicamente. É necessário investir em redes sociais da marca, produção de conteúdo sobre o nicho em que atua, ter canais parceiros e seus executivos sendo convidados para eventos, entrevistas ou palestras. Ter uma assessoria de imprensa pode ajudar muito seu negócio a ter visibilidade orgânica em veículos de imprensa, sem a necessidade de pagar anúncios.
  • Parcerias estratégicas: estabelecer contatos com empresas e setores relevantes que complementam seu negócio é uma ótima estratégia para impulsionar positivamente a reputação de sua empresa. Assim é possível explorar todo o potencial da marca.
  • Conteúdos relevantes e contínuos: produzir conteúdo on-line é importante sob vários pontos de vista, entre eles para um bom posicionamento orgânico na busca do Google, mas também para a reputação de sua marca. As empresas lembradas são aquelas capazes de construir uma comunicação digital estratégica posicionando-se de maneira propositiva no mercado.

Storytelling em diferentes canais

A esta altura compreendemos que a construção de storytelling envolve, também, crossmedia. Ou seja, a produção de conteúdo para diversos canais simultaneamente. Evidentemente isso implica fazer as adaptações necessárias de sua narrativa para cada canal.

Vale lembrar que você pode utilizar o storytelling em campanhas de marketing, redes sociais, produções audiovisuais institucionais, apresentações e, até mesmo, para vendas. Utilize, em cada um desses espaços, a linguagem adequada para criar conexões emocionais com seu público.

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