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Dicas práticas para a performance do seu site

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Aprenda dicas práticas para melhorar a performance e tempo de carregamento de sites através de técnicas de otimização, compressão de imagens e cache.

Ter um website é essencial para o sucesso de todos os negócios, mas somente isso não basta: é necessário que o endereço web seja responsivo e veloz, proporcionando uma experiência de navegação positiva aos usuários.

A velocidade dos sites não é apenas um capricho, mas também afeta o posicionamento nos mecanismos de busca, como o Google. O Google oferece um Guia de otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) para iniciantes, que lista as principais práticas de SEO necessárias para melhorar o desempenho do site nos resultados de pesquisa.

Segundo o guia,

“as pessoas preferem sites que oferecem uma ótima experiência na página. Por isso, temos um sistema de experiência que avalia vários critérios, como a velocidade de carregamento, a compatibilidade com dispositivos móveis, se as páginas não têm intersticiais intrusivos e se as páginas são veiculadas de forma segura”.

Com base nessas informações, é fácil concluir a importância de investir em performance e otimização para obter um bom ranqueamento nos mecanismos de busca e uma baixa taxa de rejeição.

Bounce rate: o que é

O índice de rejeição, também conhecido como taxa de bounce rate, é a porcentagem de pessoas que acessam uma página do seu site e saem sem interagir mais, nem mesmo visitando uma segunda página.

Isso indica que o usuário teve uma experiência negativa na página, e é improvável que essa pessoa retorne ao site ou interaja com os serviços e produtos oferecidos.

No entanto, é importante diferenciar a taxa de rejeição da taxa de saída.

A taxa de rejeição é calculada quando um usuário entra em uma página e não realiza mais nenhuma ação, não gerando nenhuma interação mensurável pelo Google Analytics.

Já a taxa de saída é calculada quando o usuário navega pelo site, gera dados analíticos e só encerra a sessão de navegação após algum tempo.

Um estudo divulgado pela Deloitte revelou que páginas que levam de 1 a 3 segundos para carregar têm uma probabilidade de rejeição de 32%. Quando esse tempo aumenta para até 6 segundos, essa taxa chega a 106%.

Fonte: Pesquisa Google/SOASTA 2017.

Diversos fatores influenciam a velocidade de carregamento de uma página, tais como:

  • Excesso de linhas de código
  • Tamanhos de imagem grandes
  • Volume de tráfego
  • Excesso de widgets e plugins instalados
  • Problemas com servidor ou hospedagem
  • Falta de otimização para todo tipo de tela e dispositivo
  • Anúncios e pop-ups demais
  • Cache desabilitado

Como a taxa de rejeição é calculada

Muitos fatores contribuem para altas taxas de rejeição e saída, como conteúdos desinteressantes, falhas de SEO, excesso de anúncios e outros.

Devido à variedade de possibilidades, é fundamental acompanhar as métricas de rejeição e saída para entender como aprimorar as ações de marketing e, como resultado, proporcionar uma experiência mais agradável aos usuários.

A taxa de rejeição é calculada dividindo as visitas únicas em uma página pelo número total de visitantes. Assim, para obter esse dado de forma automática, é necessário configurar uma ferramenta de análise, como o Google Analytics ou similares.

Felizmente, existem algumas práticas para melhorar as taxas de saída e rejeição e aumentar o engajamento dos visitantes. Veja abaixo algumas das principais estratégias.

Tornar o site responsivo

Uma das principais medidas para evitar altas taxas de bounce rate é, acima de tudo, tornar o site responsivo, garantindo que ele seja otimizado automaticamente para todos os tipos de telas, incluindo diferentes resoluções de monitores e dispositivos móveis.

Desse modo, considerando que mais de 70% do tráfego atual da internet é proveniente de smartphones, ter um site que não se adapta a essas telas é um caminho certo para o fracasso.

Otimizar e comprimir imagens

O uso de imagens pesadas ou em excesso pode expressivamente aumentar o tempo de carregamento das páginas. Portanto, para resolver esse problema, é possível comprimir as imagens, reduzindo o tamanho dos arquivos.

Além disso, pode-se ativar o carregamento lento ou utilizar plugins que realizam a otimização automática de imagens e vídeos.

Como resultado, essas medidas ajudam a melhorar o desempenho do site e a garantir um carregamento mais rápido das páginas.

Ativar a função de armazenamento de cache

O cache é, acima de tudo, um método de armazenamento de elementos de um site nos computadores dos visitantes.

Essa técnica tem a função de reduzir a carga de armazenamento nos servidores e prover um carregamento mais veloz quando o usuário retornar ao site.

Por exemplo, em vez de recarregar as imagens do servidor a cada visita, é possível armazená-las localmente no dispositivo do visitante.

Ativar a função de cache é essencial para melhorar o desempenho de um site.

Performance

O que é o Google Search Console, e como utilizar

Embora as práticas de otimização e rankeamento sejam baseadas em dados, ainda assim pode ser muito abstrato entender quando existem problemas na performance de um site, ou quando as estratégias de marketing não retornam os resultados esperados.

Além disso, para ajudar as empresas nessas situações, o Google desenvolveu uma ferramenta gratuita que ajuda no monitoramento, detecção e solucionamento de problemas em sites: o Google Search Console.

Nas palavras do próprio Google, “o Search Console ajuda você a entender e melhorar a forma como o Google vê seu site.”

O Search Console oferece, por exemplo, uma ampla variedade de relatórios que auxiliam no entendimento do comportamento e desempenho de um site nos resultados de busca do Google.

Da mesma forma, isso inclui a medição da velocidade de carregamento das páginas.

Por fim, o GSC fornece recursos para identificar a origem do tráfego do site, corrigir defeitos de código, aprimorar a estrutura de links internos, avaliar o desempenho das páginas e muito mais.

Para avaliar seu site no Google Search Console, é necessário acessar a ferramenta por meio do site oficial da ferramenta.

Por fim, é preciso realizar a verificação da propriedade. Seu desenvolvedor pode fazer isso por meio do upload de um arquivo HTML ou pelo login no provedor de domínio, por exemplo.

Após a verificação, o Google começará a fornecer informações sobre o site.

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